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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Pisa no Freio, Zé!

A correria do dia-a-dia tem me mantido distante daqui.
Os ponteiro dos relógios andam mais frenéticos e acelerados que nunca.
Pra pisar no freio e alimentar a alma: Boa música.
Los Hermanos.
Não pude ir ao show.
Fica aqui minha saudosa homenagem aos barbados mais poéticos de nossa música.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Dezembro

Dezembro foi busy.
Motivo da ausência de posts por aqui.
Além dos afazeres corriqueiros quatro eventos movimentaram o último mês de 2010.
- Viagem a Londres
- Visita de "Tio Ito" e família
- Meu aniversário
- Natal
Vamos a eles.
Londres
Fazia tempo que queria voltar lá.
Unindo o útil ao agradável, matei meia dúzia de coelhinhos com uma cajadada só.
Fui ao encontro de "Tio Ito", comemorei meu aniversário, visitei Tatá e conheci o Emirates Stadium.
Foi excelente.
Seguem algumas fotos. 

 
Visita de "Tio Ito" e Família
Muito bom.
Oficialmente agradecendo, Tio, Deni e Lipe, muito obrigado por terem vindo.
Foi sensacional tê-los por perto em um período tão importante.
Ano que vem todos juntos novamente na terrinha.

Meu aniversário
Comemorado e recomemorado.
Em Londres, na chegada em Dublin e na noite seguinte na frenética corrida de cachorros.
Se fosse levar em conta o número de vezes que cantamos "parabéns" tería feito 30 ao invés de 26.
Os presentes foram muito bons.
Fifa 10, carteira da Guinness, caneca e abridor de garrafas da Guinness e a camisa do Bohemians, o rubro-negro Irlandês.
Mais fotos.

 







 















Natal
Comida boa, família e amigos.

Amigo-secreto e tender do "Tio Ito".
Muitos presentes.
E o mais importante: Energia positiva e felicidade.
Conseguimos todos juntos mais uma vez trazer o espírito natalino brasileiro para nosso lar irlandês.
Pra terminar, não poderia jamais deixar de citar o delicioso cozido feito dos restos de Peru no dia seguinte.
Com pirão e tudo!



 
Por hoje é só, até a próxima.
Um feliz natal e um 2010 de plenitude em tudo que desejemos!
Até breve!
Marinhosnews

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

S.U.A.T.E e Agregados Futebol Clube
















Hoje, abrirei meu coração Rubro-Negro e compartilharei com vocês um dramático episódio da história do esporte preferido do brasileiro, o tal de futebol.
Uma lembrança que me entristece todas as benditas vezes que erroneamente me recordo daquele 12 de agosto de 2002.
Sem cerimônia, vamos aos fatos.
Espero que após tornar pública esta façanha a dor que punge em meu peito se vá de uma vez por todas.
O S.U.A.T.E e Agregados Futebol Clube, entidade da qual fazia parte, em sua segunda temporada, disputava o jogo que decidiria sua classificação para os playoffs do "Unebão" daquele ano.
Um empate deixaria a decisão para o terceiro e último jogo da primeira fase, o que significava vencer o "Cálculo II", time de engenharia civil.
Como todo mundo sabe, estudante de Civil só vai pra faculdade jogar bola e dominó, ou seja, os caras eram favoritíssimos.
Uma derrota nos mandaria pra casa mais cedo.
Sendo assim, só nos restava a vitória.
O jogo fatídico seria contra o "Colomy F.C.", time de Geologia.
Um adversário razoável, que com um mínimo de concentração, bateríamos facilmente.
Como de constume, nos reunimos 2 horas antes da partida no Bar do Zeco para mais uma preleção.
Diga-se de passagem, o caldo de lambreta de Zeco bate em qualquer um da nostálgica orla soteropolitana.
Lagartixa chegou trazendo Preá e Bambi.
Eu os esperava moderadamente bebendo uma água com gás.
Em seguida, Libellula, Esponja e Gazela apareceram.
Já tínhamos um time completo.
Pelo menos não seríamos eliminados do torneio como no ano anterior, perdendo por W.O, devido à insuficiência de atletas para iniciar a partida.
Pra completar a alegria da nação Suatence, Javali e Bicho da Seda, nosso comandante, chegaram.
Discutíamos a formação tática da equipe e quem iniciaría em quadra quando o "Judas", chegou.
Gambá era o torcedor número 1 da S.U.A.T.E.
Apesar de sempre mal vestido e com uma barba que deixaria Bin Laden com inveja, Gambá levava alegria e esperança aos corações do elenco Suatence.
Além do mais, o fator etílico da comemoração era prazerosamente doado, após todas as partidas, por Gambá a nós atletas.
Eis que neste dia, Gambá, no arriar das malas, sentou cuidadosamente uma garrafa de Natasha na mesa onde a preleção acontecia.
"Um golinho pra entrar em campo relaxado", foram suas palavras.
Todos se entreolharam e Javali foi o primeiro a pegar um dos copos pláticos também trazidos por Gambá.
Assim sendo, um a um começamos a degustar a maldita e ardente Natasha.
Minutos depois, Bicho da Seda já enrolava um cigarrinho de palha e passava de mão em mão para aqueles que o apreciavam.
Foi por volta das tantas doses que Lagartixa notou que a garrafa estava por acabar.
Coincidentemente, era hora de ir pro jogo.
Todos sorriam e tropeçavam.
Preá mal conseguia amarrar as chuteiras.
Libellula vestiu a camisa pelo avesso e precisou ser advertido por Juca Ferreiro, árbitro da partida, para que vestisse propriamente seu uniforme.
Eu tentava, sem sucesso, fazer com qua a trave adversária parasse de se mover.
Finalmente a partida começaria.
No gol: Lagartixa
Na defesa: Javali
Nas alas: Surubim e Preá.
No ataque: Libellula.
No ponta pé inicial sofremos o gol mais rápido da história do futebol.
Clóvis, 1,55 de altura, atacante do Colomy chutou e Lagartixa, aceitou.
O fato é que lagartixa caiu tentando se desvencilhar da rede como uma mosca de uma teia de aranhas.
Cena patética. Nosso goleiro havia se enrolado nas redes da própria trave e assim tomamos o primeiro gol da tarde.
Seria melhor se o jogo terminasse por ali.
Simplemente não tínhamos nenhuma condição de jogar futebol.
Javali só chutava o que via pela frente.
Parecia baleado, tentava acertar os adversários com a bola e ria.
Libellula começou a ser chamado pela torcida de Maradona, devido à sua saliente barriguinha e cabelos encaracolados.
Preá se esforçava para manter-se em campo.
Saiu com bola e tudo umas 900 vezes.
Não adiantava dizermos pra ele que depois da linha qua figurava na lateral da quadra o jogo não valia.
Bicho da Seda, no banco, bebia junto com Gambá a segunda garrafa de Natasha.
Gritava palavras em algum idioma pré-colombiano qua ninguém conseguia compreender.
O intervalo chegou a já perdíamos por 3 a 0.
Gambá me perguntou se eu queria que ele invadisse o campo e quebrasse os caras na porrada.
Eu desesperadamente, continuava a tentar manter a trave adversária imóvel.
No segundo tempo Javali deu lugar a Bambi.
Em sua primeira participação Bambi não vacilou.
Chutou e marcou.
Melhor seria se ele tivesse chutado para o gol do inimigo.
O infeliz ainda correu para comemorar, até perceber que Preá o perseguia com cara de poucos amigos e a garrafa vazia de Natasha na mão.
A essa altura, tínhamos apenas uma esperança: Esponja.
Olhei para o banco em busca do atleta para introduzí-lo no jogo e não o encontrei.
Minutos depois vejo Esponja descendo as arquibancadas cambaleante com a terceira garrafa de Natasha na mão.
Estávamos definitivamente perdidos.
Pra completar, na formação de uma barreira com Preá, caí no chão e ralei o joelho.
Agora me rastejava em quadra.
Javali voltou ao jogo e acertou uma bolada em alguém.
No juíz.
Juca Ferreiro viu estrelas e quando voltou a si simplesmente expulsou de campo nosso atleta.
Libellula agora conversava com o goleiro adversário enquanto rolava a partida.
Descobriram que tinham sido colegas de escola no jardim de infância.
Preá continuava ininterruptamente saindo com bola e tudo pela lateral.
Eu mancava e Lagartixa, no gol, só sofria.
Faltando 5 minutos para o fim do jogo Gambá entrou em campo e deu uma gravata no juíz por marcar uma falta de Libellula.
Ele tinha apenas socado o goleiro fora do lance pois em sua conversa descobriu que Diógenes, o arqueiro inimigo, já havia traçado sua irmã.
Foi o suficiente.
O jogo, para nossa sorte, se é que posso dizer isso, foi encerrado ali.
9 a 0.
Javali foi no carro e trouxe uma garrafa de Red Label que havia comprado antes do jogo para dar de presente de casamento a um amigo.
"Vamo beber pra esquecer", foram as últimas palavras das quais me recordo daquele fatídico 12 de agosto de 2002.
Todo o time foi encontrado na manhã seguinte no mercado do peixe em uma roda de samba.
Eram 6 da manhã e ninguém tinha condições de dirigir nem dinheiro pra ir pra casa.
Abri a carteira, saquei meu talão de vale-transportes e comecei a distribuir.
Essa foi a última aparição do lendário e idolatrado S.U.A.T.E e Agregados Futebol Clube nas quadras.
A fauna que compunha a equipe resolveu investir em outros campos.
Felizmente todo mundo se encontrou e vive bem, apesar da dependência alcoólica permanecer presente em suas vidas.
Surubim, que os fala e relata, faz blog e conta história.
P.S: Havia um Japonês pequeno e esquisito que também acompanhava todas as nossas partidas.
O filho da mãe só ria e gritava.
Reza a lenda que ele era ninja e segurança disfarçado de Gambá.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Grécia

Preciso voltar pra Grécia.
Primeiro porque as praias que visitei são sem igual.
Segundo porque não visitei todas as praias.
Ilhas totalmente paradisíacas e muitas regiões praticamente inabitadas.
Boa comida.
Boa bebida.
O povo varia do amigável ao rude.
Lembram um pouco os Italianos.
Uma calma conversa entre amigos mais parece uma briga dos seiscentos.
Estive em Mykonos, Santorini e Atenas.
Mykonos tem as mais belas praias.
Local ideal pra esquecer da vida e relaxar.
Santorini, um pouco mais desenvolvida, chama atenção pela belíssima arquitetura e por sua formação vulcânica.
O por-do-sol de "Óia", vilarejo local, é imperdível.
Água gelada e cristalina em ambas as ilhas.
Atenas é história.
Chegando à Acrópole e seus museus fui conduzido no tempo de volta às sublimes aulas da professora Ceres.
As famosas colunas Gregas - Dóricas, Jônicas e Coríntias - e os vasos decorados, fizeram-me recordar das epopeicas brigas entre Cecé e seu projetor.
Marinhosnews fez cobertura digital.
Confira abaixo fotos e video.

Paradise Beach - Mykonos
















Noite em Mykonos
















Super Paradise Beach - Mykonos
















Vilarejo de "Óia" - Santorini
















Red Beach - Santorini
















A Galera - Bete, eu e Wess
















A sunga que mamãe mandou tinha que aparecer!
















Video

sábado, 6 de junho de 2009

Amsterdam

Sem palavras.
A cidade é sucesso da Bahia e da Zoropa.
Foram três dias de muita diversão e alegria.
Do meu lado, a gordinha.
A arquitetura é única.
Os canais são lindos.
O ar da cidade é diferente.
Vale a pena passear de barco, de bike e de pé.
A Fábrica da Heineken é massa.
E as ruas da "Luz Vermelha" não são de mentira.
Na verdade, o bom mesmo é se perder pelas ruelas e canaletas de Amsterdam.
O video tenta mostrar um pouquinho disso tudo.
Zeca Camargo, Dona Cora mandou você tomar cuidado! Hehehe!
Fui! Até a próxima parada!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Moher, Amsterdam e Bray

Mês passado estive num local que é simplesmente candidato a maravilha natural do planeta.
Cliffs of Moher, no extremo oeste da Irlanda.
Alugamos um carro e desbravamos o diminuto continente dos duendes.
De quebra, conhecemos também outros lugares interessantes.
A troupe: Eu, Bete, Lú e Marcinho.
Cliquem nas imagens para amplia-las.






Estive recentemente também em uma das cidades mais lindas que já conheci.
Amsterdam.
O próximo post trará mais detalhes a respeito desta visita ao país do laranja.



Verão na Irlanda.

Praia!
Conheci Bray.
Bem bonito lá.
Só faltou coragem pra entrar no mar.
Sabe aquela água que fica no fundo de isopor de cerveja? Doi a mão, né?
Era mais ou menos assim.


quinta-feira, 23 de abril de 2009

Concurso Gastronômico "Good Friday"


A iniciativa foi de Lu Maron.
“Vamos aproveitar o feriado da Semana Santa e promover um concurso gastronômico!”
Todo mundo topou de imediato, eu, Bete, Marcinho, Murilo e Tai.
A disputa seria realizada entre casais.
O prêmio: um jantar “for free” em um restaurante em Dublin.
Os critérios: Sabor (qualidade), aparência e entretenimento.
Vamos ao casal número 01: Eu e Bete.
O jantar foi realizado na Mansão dos Priestman, família para a qual Bete trabalha.
Pra começar a noite entretendo os convidados rolou o desafio Casal Inteligente, de conhecimentos gerais.
Macunaíma descobriu que seu progenitor não foi Mário de Andrade, a Irlanda é presidida pela McDonalds e Newton deve ter se contorcido no túmulo. Um desastre!
A entrada foi servida.
Camarão empanado, salada de kani e creme de queijo.

















Vinho branco para acompanhar.
Ficamos com aquele gostinho de quero mais.
O apetite parece ter aumentado para o prato principal. Tudo estrategicamente planejado.
Na segunda etapa do desafio Casal Inteligente, conhecimentos banais.
Dessa vez o desempenho foi melhor.
Murilo e taiz assumiram a liderança.
E vamos ao “main course”.
Paella. Com tudo que se tem direito.
Modestia parte, deliciosa!
Comemos para passa mal.
Marcinho que o diga.

















Terceira etapa do desafio Casal Inteligente: Conhecimentos sobre Dublin.
Os dois casais repetiram o bom desempenho da etapa anterior e terminaram praticamente empatados a fase 3 da disputa.
De sobremesa: Crema de Fresa.

















Um creme feito com morangos e brigadeiro que deixa qualquer um com água na boca.
Eu, particularmente, não sou apreciador de doces, mas os demais convidados trataram de devorar a tal da crema.
No fim da noite, a etapa “Qual é a música” do desafio Casal Inteligente.
Marcinho e Luciana mostraram pra que vieram e arrancaram para a vitória nos minutos finais da disputa, que terminou com dois pontos de vantagem para o casal.
Violão até umas horas e o resto do vinho.
A noite foi maravilhosa e fomos dormir todos felizes e satisfeitos.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Primavera em Dublin

















Está aberta a temporada de pique-niques na Irlanda.
Finalmente a primavera chegou a Dublin.
Os dias estão mais bonitos e azuis e os termômetros chegam aos 18 graus celsius nos momentos mais quentes.
Isso significa simplesmente ir às ruas apenas de camiseta.
Ou descer pra comprar leite ou uma caixinha de cervejas apenas de bermuda.
Imagino que as rotineiras situações citadas acima soem bastante banais para maioria das pessoas.
Mas quem mora ou já morou por aqui sabe exatamente do que estou falando e do prazer indefinível que reside no vestir de poucas peças de roupas.
No incalculável peso deixado nos cabides junto com o casaco, o cachecol e as luvas.
Os parques da grama mais verde do mundo, como diria o professor Miguel Dratovisky, ficam pequenos diante de tanta gente que busca, literalmente, um lugarzinho ao sol para aquecer alma.
O colorido das flores fica mais colorido.
O brilho do sol fica mais brilhante.
Tenho tentado usufruir desse abençoado recesso climático que Dublin aproveita no momento.
Estive no Merrion Square e no Saint Stephen’s Green Park nas ultimas semanas.
Domingo pretendo visitar pela primeira vez o Phoenix Park, pra quem nao sabe, o maior parque público e urbano fechado da Europa, com 11km de circunferncia e 712 hectares.
Pois é, marinhosnews também é cultura.






segunda-feira, 9 de março de 2009

Música - Ladeira

É hora de mais música.
Vocês conhecerão agora "Ladeira".

Letra e Música: Thiago Marinho
Voz: Thiago Marinho
Instrumentos Musicais: Weider Régis
Direção Musical e Arranjos: Weider Régis
Gravação: Estúdio Casulo



Ladeira

Descendo a ladeira
Sentimento que anseia
Calar de uma estrela
Novo desabrochar

Casas de areia
Duas rotas traiçoeiras
Apagar de uma centelha
Ela irá chegar

Faca de dois gumes
O pousar de um vagalume
Chega causando ciúmes
Mas não quer se entregar

Índia ou portuguesa
Caminhando pela feira
O Dique do Tororó
Ou a igrejinha

Ela incendeia a vitória
Armadilha arma e beija
Aproveita
Cala com um olhar

Fuga que maltrata
Encarar que deixa marcas
O caminho só agrada
Se puder aventurar

É, navegar
Às vezes é preciso escolher
Um rumo a tomar

domingo, 3 de agosto de 2008

Chuteiras

Agora domingo é dia de baba!
Enfim comprei minhas chuteiras aqui em Dublin.
É uma forma de distrair o juízo dos corriqueiros problemas de um imigrante e das saudades da terrinha.
Next Sunday, estarei no Phoenix Park batendo uma bolinha.
Alguns colegas de trabalho me convidaram.
O manto Rubro-Negro já está separado.
Torçam por mim!